Sobre

[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”20px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”3258″ img_size=”200X200″][vc_empty_space height=”30px”][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#FF7D62″ background_color=””]O[/mkdf_dropcaps] Jornal ZEBRA é um jornal online produzido pelo Coletivo ZEBRA. Dedica-se totalmente ao CAMINHAR.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_column_text]ORGANIZA-SE A PARTIR DE CINCO SECÇÕES:

ANDAR A PÉ MUDA TUDO: São muitas as razões para andar a pé e outras tantas as motivações.

A ABRIR CAMINHO: O que a Ciência nos explica sobre os benefícios de andar a pé. São cada vez mais robustos os argumentos.

PAUSA PARA FALAR. Com tempo, no ritmo da passada, as histórias dos caminhantes e dos grupos de amigos, de conhecidos, de vizinhos, de colegas de trabalho e de pessoas que têm um qualquer interesse ou característica em comum, e que juntaram aos seus dias o prazer de caminhar. Na cidade, no campo, nos jardins…

ACELERADORES: Para inspiração dos empreendedores e inovadores sociais, os projetos que mobilizam os bairros, as cidades, os países onde se instalam e que gostávamos de ver crescer como iniciativas globais.

MARCADORES: Trazemos também as narrativas sobre o andar a pé da literatura e das outras artes.

 

 SOBRE NÓS

 

O Coletivo ZEBRA é uma organização da sociedade civil.
Existe para promover o andar a pé como atividade regular, natural, gratuita, necessária, tonificante, saudável, livre e libertadora, gratificante.

Somos uma cooperativa de inovação social.

Saber mais sobre o Coletivo ZEBRA – Caminhar muda tudo, CRL.

 

EXISTE UMA MULTIPLICIDADE DE RAZÕES POSSÍVEIS PARA O ANDAR A PÉ E QUE QUEREMOS ENCORAJAR:

– Simples deslocação (ida para emprego, compras, escola, casa)

– Saúde (prevenção ou profilaxia de doenças decorrentes do sedentarismo: cardiologia e problemas circulatórios, hipertensão, diabetes, obesidade, Parkinson, Alzheimer, depressão…);

– Bem-estar (uma forma de atividade física relaxante que permite a meditação e o auto-conhecimento; que promove a criatividade);

– Sociabilidade (razão para encontrar outros, promover diálogo, quebrar a solidão; ou para apreciar a solidão; ou para fazer telefonemas com privacidade);

– Espiritualidade (meditação, mindfulness, peregrinações, romarias e caminhadas votivas);

– Desporto (caminhadas, trecking, montanhismo);

– Competição (marcha, corridas, maratonas);

– Turismo (percursos pedestres, rotas temáticas);

– Deambular (o andar sem razão nem necessidade ou propósito, passear, vaguear);

– Inspiração e criatividade (procurar e gerar ideias, resolver, ver melhor, ver mais longe…)

 

O nome ZEBRA surge pela associação às passadeiras, que regulam a prioridade dos peões.

É uma linguagem urbana, mas o facto de nos referirmos a zebra, e não a passadeira, remete para um mundo natural, selvagem, onde o andamento faz parte integrante do quotidiano.

É também uma referência às limitações que hoje em dia o andar tem na cidade: sujeito a horários, locais próprios, condicionado por fatores exteriores à nossa vontade.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”50px”][/vc_column][/vc_row]

Como evitar os riscos para a saúde por passar oito horas sentado

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”50px”][rev_slider alias=”sittingkillingyou”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”20px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#DF4D4B” background_color=””]E[/mkdf_dropcaps]m 1994, o epidemiologista Jerry Brown tinha definido a atividade física como “a melhor compra que é possível fazer-se” para melhorar a Saúde Pública. Em cada ano olímpico a prestigiada revista médica The Lancet publica em edição especial uma série de artigos sobre os benefícios da prática de exercício físico para combater os grandes males que atacam a saúde mundial. Em 2012, as conclusões de vários estudos apontavam para 3 a 5 milhões de mortes em cada ano que poderiam ter sido evitadas se houvesse prática de exercício físico.
Agora, em 2016, a principal conclusão de quatro estudos recém-publicados é a de que está a haver muito pouca melhoria. O progresso é mínimo. Pelo menos um quarto de toda a população adulta no mundo não faz os mínimos de exercício físico e, ainda pior face ao futuro, mais de metade dos jovens não pratica o mínimo recomendado pela OMS de 150 minutos semanais de atividade física.

Há já muito tempo que médicos e outros especialistas em corpo humano de todo o planeta estão na posse de informação inquestionável sobre esse tratamento preventivo que salva a vida de milhões de pessoas, evita boa parte das doenças cardiovasculares, a diabetes, o cancro da mama e do cólon, para além de ampliar o tempo de vida com qualidade de qualquer pessoa. Para além de ser um remédio com fiabilidade testada, é gratuito e está ao alcance de praticamente todas as pessoas: fazer exercício físico. Nomeadamente o mais fácil de todos, caminhar. Há demasiada gente que continua a não cultivar esse prazer tão benéfico para a saúde que é andar a pé.

Um dos estudos revelados neste 2016 pela The Lancet mostra que passar oito horas de cada dia sentado numa sala de trabalho ou num sofá frente a um ecrã, não é irremediavelmente um hábito perigoso para a saúde.

Há um modo simples, lógico e eficaz de corrigir o que a priori é uma conduta nada saudável. Não é necessário converter-se em esforçada ou esforçado runner e também não precisa de se entregar ao esforço num ginásio. Basta uma caminhada ou uma pedalada diária. Os investigadores no estudo liderado por Ulf Ekelund, da Universidade de Cambridge e da Escola Norueguesa de Ciências do Desporto, quiseram encontrar respostas para uma questão essencial:

quanto tempo de caminhada para compensar oito horas numa cadeira ou num sofá? As conclusões deste estudo apontam para metas mais largas que os mínimos recomendados pela OMS: em vez dos 20 e poucos minutos por dia, uma hora em cada dia. Uma hora de exercício diário compensa os efeitos nocivos de oito horas de paragem numa cadeira ou sofá.

A nossa mensagem é positiva: é possível reduzir e até eliminar os riscos para a saúde associados a estilos de vida sedentários desde que sejamos suficientemente ativos, incluindo sem ter de praticar desporto ou ir ao ginásio, basta caminhar ou pedalar durante uma hora por dia”,

destaca Ulf Ekelund a partir dos dados do estudo que liderou e que analisou os hábitos e o estado de saúde de um milhão de pessoas na Europa, nos Estados Unidos e na Austrália.

É reconhecido que vários países estão a dar prioridade à promoção do exercício físico básico. Jim Sallis, da Universidade da Califórnia em San Diego reforça que a caminhada, a pedalada ou qualquer outra forma de exercício físico “não só combate o risco de doença cardiovascular, diabetes e cancro como contribui para evitar centenas de milhar de casos de demência em cada ano”. Apesar disso, lamenta Sallis, “a pandemia global de inatividade física mantem-se e a resposta global continua a ser demasiado lenta”.

Os estudos agora divulgados pela The Lancet apelam para maior envolvimento e ação por parte de quem conduz as políticas de saúde. Entre as práticas positivas já em curso é referido o que está a acontecer em Curitiba (Brasil), Bogotá (Colômbia) e Cambridge (Reino Unido) onde foi decidido ampliar a distância entre paragens de autocarros para assim conseguir que as pessoas sejam encaminhadas para contrariar o sedentarismo e andar um pouco mais.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”50px”][/vc_column][/vc_row]

Os passeios com artistas e criadores marcam os festivais AV em Newcastle

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][rev_slider_vc alias=”festivalAV”][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#CE7B4F” background_color=””]O[/mkdf_dropcaps] AV é um inspirador e aclamado festival bienal, que se prolonga por todo um mês em Newcastle. É sempre em março, nos anos pares. É um festival internacional de arte, tecnologia, música, literatura e cinema. Atrai gente do norte de Inglaterra e da Escócia mas também de todo o mundo.
O AV Festival cultiva o “slow”, pretende dar tempo ao tempo, e tem uma particularidade: [mkdf_custom_font content_custom_font=”muitos dos eventos de todos os 31 dias do festival passam por caminhadas partilhadas por criadores artísticos e pelo público. É famosa a slowalk (marcha lenta) do último dia.” custom_font_tag=”p” font_family=”helvetica” font_size=”26″ line_height=”30″ font_style=”normal” text_align=”left” font_weight=”400″ color=”” text_decoration=”none” letter_spacing=””]

A primeira vez do AV fugiu ao que viria a tornar-se regra, foi num ano ímpar, 2003. Envolveu 21 palestras, para além de 29 sessões com filmes, teatro e música. A abertura foi com a The Cinematic Orchestra.
Foi a partir de 2006 que o festival se tornou bienal e temático. Tema para 2006: as ciências da vida, tratadas em “Lifelike” . Depois, em 2008, tudo se voltou para a transmissão: “Broadcast”; em 2010, “Energy” ; em 2012, o tema focou-se numa atitude cultivada pelo festival: “As slow as possible”. O tema para 2014 foi “Extraction” , em volta da transformação dos materiais.
Em 2016, o Festival AV de Newcastle antecipou a estreia para o sábado, 27 de fevereiro e, coincidindo com a eleição de Jeremy Corbyn para líder dos trabalhistas britânicos e o caso de popularidade de Bernie Sanders nas primárias das presidenciais nos EUA, o tópico para tudo foi o da discussão dos caminhos do socialismo mo tempo atual: “Meanwhile, what about socialism”.

Comum a todas as edições, os passeios a pé, com conversas entre criadores e o público.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]