Caminhar rápido vale aos pré-diabéticos

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A caminhada em passo rápido mostra-se mais eficaz para o controlo dos níveis de glicose em pessoas em quadro pré-diabético do que a prática de jogging vigoroso

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”60px”][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text]diabetologia[mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#92bde0″ background_color=””]E[/mkdf_dropcaps]sta conclusão, publicada em 15 de julho de 2016 no jornal Diabetologia, é o resultado do estudo conduzido por investigadores na Duke University School of Medicine, nos EUA, ao longo de seis meses a acompanhar 150 pessoas diagnosticadas com altos níveis de glicose em jejum.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_column_text]Os participantes foram distribuídos por um de quatro grupos fixos, e submetidos a diferentes regimes de exercício:

O primeiro grupo seguiu a prescrição do Diabetes Prevention Program (DPP) que prevê a perda de sete por cento do peso corporal em seis meses. Esta prescrição assenta na prática semanal de 12 quilómetros de caminhada em passo rápido e um regime alimentar de dieta com baixas calorias.

O segundo grupo praticou o mesmo regime de caminhada mas sem a dieta.

O terceiro grupo também não seguiu a dieta mas fez a caminhada rápida em maior distância, 18,5 quilómetros por semana.

O quarto grupo seguiu a prescrição aplicada ao terceiro, mas com os 18,5 quilómetros por semana percorridos em jogging vigoroso em vez da caminhada rápida.

[mkdf_highlight background_color=”#C6D147″ color=””][/mkdf_highlight]Ficou apurado que o primeiro grupo (12 quilómetros de caminhada rápida e dieta baixa em calorias) conseguiu o melhor progresso, com melhoria de 9% nos níveis de glicose, enquanto o grupo do jogging vigoroso apenas beneficiou 2%.

O líder da equipa de investigadores, William Kraus, explica que o exercício de intensidade moderada queima gordura nos músculos, aliviando assim a captação de glicose pelos músculos, o que é relevante por os músculos serem o principal armazenador de glicose após cada refeição.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_empty_space height=”40px”][vc_column_text]

Fonte para esta notícia:

artigo publicado no Diabetologia em 15 de julho de 2016[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row]