Inquérito “Caminho como respiro”

Project Co-Lab Walk my city free is a EEA Grants co-financed project initiated in 2020.

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Inquérito "Caminho como respiro"

A ideia para este inquérito vem da falta de dados que existe relacionada com o andar a pé por lazer e, de novo, as questões de género.
 
Desenvolvemos então, em colaboração com os parceiros noruegueses, este inquérito, a que podem aceder por este link: 
 

Métodos para mapear a caminhabilidade na Noruega

A pandemia de COVID-19 aumentou o interesse por áreas para caminhadas ao ar livre acessíveis, confortáveis e agradáveis, tanto para fins recreativos quanto como alternativa ao transporte público. Ao mesmo tempo, muitas cidades lutam para tornar os bairros seguros e acolhedores para todas as pessoas entrarem. Mulheres e raparigas podem ser alvo de assédio sexual ou ataques em determinadas zonas das cidades e a forma como alguns bairros estão contruídos são um factor causador de problemas de segurança.
Neste co-Lab, procuramos desenvolver ferramentas para abordar a igualdade de género na dinâmica urbana das cidades e para ajudar as cidades a se tornarem mais convidativas para mulheres e raparigas caminharem também no seu tempo livre. O projeto analisa como os bairros podem ser acolhedores para todos e fazer com que as mulheres e raparigas sintam o bairro onde moram como seu, em segurança.
O TØI – Institute for Transport Economics, da Noruega, membro do co-Lab Walk my city free, tem desenvolvido projetos em que procura medir a mobilidade (não específicos para as questões de género). Nestes projetos, são aplicadas uma ampla seleção de metodologia. O objetivo deste documento de trabalho é descrever os métodos usados para mapear a caminhabilidade pelo TØI. Entende-se neste contexto Caminhabilidade (‘Walkability’, em inglês) como a forma como o espaço público é esteticamente agradável, simpático, interessante e convidativo para andar a pé.

Índice
1 Introduction 2
2 Physical investigations by researchers 3
3 Professional perspectives 4
3.1 Qualitative interviews 4
3.2 Workshops 5
4 User perspectives 6
4.1 Participatory observation 6
4.2 Interviews 6
4.2.1 Interviews with individuals 6
4.2.2 Group interviews 6
4.3 Surveys 7
4.3.1 Map-based surveys 7
References 8

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