A caminhada e o ciclo de oxigenação do sangue

[vc_row css=”.vc_custom_1470846632702{margin-right: 20px !important;}”][vc_column][vc_empty_space][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#92bde0″ background_color=””]É[/mkdf_dropcaps] sabido que andar é a mais simples e completa das atividades físicas que temos ao nosso dispor. Também sabemos que o exercício físico alarga a vida, diminui o risco de doenças e ajuda a controlar os níveis de colesterol e a hipertensão.

Mas há mais vantagens, muitas mais. O cirurgião vascular Norberto Galindo Planas, chefe de serviços de angiografia no Hospital San Rafael, em Barcelona, acrescenta outros benefícios:

A caminhada ativa as bombas musculares que são as barrigas das nossas pernas, a quem até poderíamos chamar de corações periféricos, e faz com que as plantas dos pés atuem como esponjas vasculares que atiram o sangue venoso para o coração e do coração ao pulmão, favorecendo assim o ciclo que leva esse sangue a regressar à perna na forma de sangue arterial”.

É assim que fica favorecido o ciclo arteriovenoso, com, como explica este cirurgião vascular, “melhor oxigenação de todos os tecidos”. Acrescenta:

“O andar evita que o intercâmbio vascular seja deficiente e contribui para afastar a ameaça de varizes, não apenas um problema estético mas, sobretudo, um risco real de trombose, flebite ou até embolia pulmonar”.

Em suma: andar ajuda-nos a tomarmos consciência do nosso corpo, de cada um dos nossos músculos e da nossa respiração. Portanto, a podermos viver mais intensamente com menos stress.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]