A caminhada a levantar o ânimo

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Vamos a uma caminhada, que não tem de ser longa, e ficamos mais vigorosos e mais animados? Sim, é o que sugerem os primeiros dados da investigação conduzida por dois académicos do Iowa, nos Estados Unidos.

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_single_image image=”3279″ img_size=”large” alignment=”center”][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]O estudo que iniciaram assenta na comparação entre o comportamento de dois grupos de jovens universitários: um desses grupos fez uma caminhada pelo campus universitário e o outro ficou sentado, passivo, durante o tempo da caminhada. Os investigadores constatam que os jovens que caminharam ficaram com o ânimo mais positivamente estimulado.
A iniciativa do conjunto deste estudo partiu de Jeffrey Miller e Zlatan Krizan, ambos investigadores da Iowa State University. Pretenderam analisar efeitos produzidos pela caminhada e, em paralelo, efeitos da caminhada com um objetivo concreto (por exemplo, ir buscar alimentos) no estado emocional de quem pratica essa caminhada.
Numa primeira parte do estudo, um grupo de alunos da universidade foi posto a caminhar ao longo de 12 minutos, enquanto o outro grupo ficou sentado a ver fotografias e vídeos sobre o percurso por onde se moviam os estudantes do outro grupo. Os investigadores constaram que o grupo que fez a caminhada, ainda que curta, mostrou mais jovialidade, vigor, capacidade de concentração e auto-confiança.
Na segunda parte do estudo, o grupo que fez a caminhada levava a indicação de que no final teria de preparar um artigo com duas páginas. Apesar do encargo desta tarefa, o grupo que caminhou continuou a mostrar melhor ânimo do que o ficou sentado e ver fotografias e vídeos.
Os investigadores Miller e Krizan reconhecem que este estudo ainda precisa de ser aprofundado com medição de parâmetros fisiológicos mas, desde já, constam o efeito positivo da caminhada sobre a sensação positiva de bom ânimo.

FONTE: Walking facilitates positive affect (even when expecting the opposite).; Miller, Jeffrey Conrath; Krizan, Zlatan. Publicado em Emotion, Vol 16(5), Aug 2016, 775-785[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Caminhar para criar

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Estudo científico de Stanford mostra que andar a pé reforça a inspiração criativa

[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]“Todas as verdadeiramente grandes ideias surgem enquanto caminhamos”, observou Nietzsche. Henry Thoreau corroborou esta afirmação ao contar a experiência pessoal: “quando as minhas pernas começam a mexer-se as ideias começam a fluir”. Charles Dickens fazia longas caminhadas todos os dias. Robert Walser estava convencido de que “sem os passeios a pé não teria conseguido escrever meia linha de um poema”.
É uma matéria ainda em fase de estudos a explicação dos mecanismos que levarão as caminhadas a pé a inspirar a criatividade e a clareza. Sabe-se que Sócrates – o grego, claro – deambulava incessantemente pela cidade. Na Academia de Platão e de Aristóteles, as sessões decorriam em passeios pelos jardins. Um estudo publicado no European Journal of Developmental Psychology mostra que, tanto em crianças como em adultos, um exercício de memória tem melhores resultados quando os participantes estão a caminhar em vez de sentados. Os cientistas especulam que a excitação fisiológica do caminhar favorece a atividade cerebral.
Um estudo de investigadores da Stanford Graduate School of Education, liderado por Dan Schwartz reforça a ideia:

[mkdf_custom_font content_custom_font=”andar a pé influencia o pensamento e estimula a criatividade.” custom_font_tag=”p” font_family=”helvetica” font_size=”22″ line_height=”25″ font_style=”normal” text_align=”left” font_weight=”” color=”” text_decoration=”none” letter_spacing=””]

É facto que os mecanismos fisiológicos deste processo estão ainda por apurar com precisão definitiva. Não sabemos o detalhe do mecanismo mas temos evidência de que os níveis de criatividade ficam consistentemente mais elevados quando se caminha do que quando se está sentado.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Como evitar os riscos para a saúde por passar oito horas sentado

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”50px”][rev_slider alias=”sittingkillingyou”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”20px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#DF4D4B” background_color=””]E[/mkdf_dropcaps]m 1994, o epidemiologista Jerry Brown tinha definido a atividade física como “a melhor compra que é possível fazer-se” para melhorar a Saúde Pública. Em cada ano olímpico a prestigiada revista médica The Lancet publica em edição especial uma série de artigos sobre os benefícios da prática de exercício físico para combater os grandes males que atacam a saúde mundial. Em 2012, as conclusões de vários estudos apontavam para 3 a 5 milhões de mortes em cada ano que poderiam ter sido evitadas se houvesse prática de exercício físico.
Agora, em 2016, a principal conclusão de quatro estudos recém-publicados é a de que está a haver muito pouca melhoria. O progresso é mínimo. Pelo menos um quarto de toda a população adulta no mundo não faz os mínimos de exercício físico e, ainda pior face ao futuro, mais de metade dos jovens não pratica o mínimo recomendado pela OMS de 150 minutos semanais de atividade física.

Há já muito tempo que médicos e outros especialistas em corpo humano de todo o planeta estão na posse de informação inquestionável sobre esse tratamento preventivo que salva a vida de milhões de pessoas, evita boa parte das doenças cardiovasculares, a diabetes, o cancro da mama e do cólon, para além de ampliar o tempo de vida com qualidade de qualquer pessoa. Para além de ser um remédio com fiabilidade testada, é gratuito e está ao alcance de praticamente todas as pessoas: fazer exercício físico. Nomeadamente o mais fácil de todos, caminhar. Há demasiada gente que continua a não cultivar esse prazer tão benéfico para a saúde que é andar a pé.

Um dos estudos revelados neste 2016 pela The Lancet mostra que passar oito horas de cada dia sentado numa sala de trabalho ou num sofá frente a um ecrã, não é irremediavelmente um hábito perigoso para a saúde.

Há um modo simples, lógico e eficaz de corrigir o que a priori é uma conduta nada saudável. Não é necessário converter-se em esforçada ou esforçado runner e também não precisa de se entregar ao esforço num ginásio. Basta uma caminhada ou uma pedalada diária. Os investigadores no estudo liderado por Ulf Ekelund, da Universidade de Cambridge e da Escola Norueguesa de Ciências do Desporto, quiseram encontrar respostas para uma questão essencial:

quanto tempo de caminhada para compensar oito horas numa cadeira ou num sofá? As conclusões deste estudo apontam para metas mais largas que os mínimos recomendados pela OMS: em vez dos 20 e poucos minutos por dia, uma hora em cada dia. Uma hora de exercício diário compensa os efeitos nocivos de oito horas de paragem numa cadeira ou sofá.

A nossa mensagem é positiva: é possível reduzir e até eliminar os riscos para a saúde associados a estilos de vida sedentários desde que sejamos suficientemente ativos, incluindo sem ter de praticar desporto ou ir ao ginásio, basta caminhar ou pedalar durante uma hora por dia”,

destaca Ulf Ekelund a partir dos dados do estudo que liderou e que analisou os hábitos e o estado de saúde de um milhão de pessoas na Europa, nos Estados Unidos e na Austrália.

É reconhecido que vários países estão a dar prioridade à promoção do exercício físico básico. Jim Sallis, da Universidade da Califórnia em San Diego reforça que a caminhada, a pedalada ou qualquer outra forma de exercício físico “não só combate o risco de doença cardiovascular, diabetes e cancro como contribui para evitar centenas de milhar de casos de demência em cada ano”. Apesar disso, lamenta Sallis, “a pandemia global de inatividade física mantem-se e a resposta global continua a ser demasiado lenta”.

Os estudos agora divulgados pela The Lancet apelam para maior envolvimento e ação por parte de quem conduz as políticas de saúde. Entre as práticas positivas já em curso é referido o que está a acontecer em Curitiba (Brasil), Bogotá (Colômbia) e Cambridge (Reino Unido) onde foi decidido ampliar a distância entre paragens de autocarros para assim conseguir que as pessoas sejam encaminhadas para contrariar o sedentarismo e andar um pouco mais.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”50px”][/vc_column][/vc_row]

Walking mindfulness: Benefícios da caminhada para o equilíbrio

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”25px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Desligar o piloto automático da nossa vida ou, por outras palavras, focalizar a nossa atenção no nosso presente, naquilo que estamos a fazer, afastando os pensamentos e preocupações automáticas que nos fazem viver em afã. É o mindfulness e em português traduz-se por meditação plena.

 

É um instrumento de educação da atenção: educar a nossa mente a viver com foco pleno no momento que está a ser vivido. É uma prática que se tornou aclamada para reduzir o stress, o risco de doenças, para estancar a ansiedade e para melhorar o bem-estar. Cultivada vai para 3 mil anos, era desdenhada fora do perímetro das almas zen mas que, neste século XXI, conquistou a comunidade científica. Inventada por monges budistas, laicizada e desenvolvida pela ciência ocidental, a “meditação plena” desencadeou uma onde de adesões com as suas virtudes para o bem-estar, portanto para a saúde.
Walking mindfulness é um modo de, através da caminhada, melhorar a experiência de meditação plena – portanto, de libertação de preocupações.

“A experiência de caminhar torna-se o nosso foco. Temos a meditação facilitada pelo caminhar.”

No ano 2000 foram publicados apenas quatro estudos científicos sobre mindfulness. Depois, a literatura científica cresceu exponencialmente. Em 2015, o número de publicações passou para mais de 500. Por exemplo, o estudo publicado no Journal of Consulting and Clinical Psychology concluiu que um programa mindfulness reduziu em 43% as recaídas em pessoas que sofrem de depressão.
A generalidade dos estudos, por exemplo os liderados por David Creswell, psicólogo diretor do Health and Human Laboratory, na Carnegie University de Pittsburgh, demonstram que o mindfulness tem muito mais do que um efeito placebo. É por isso que as grandes empresas dos EUA mais iluminadas para a qualidade da produtividade dos seus colaboradores, como a Google, estão a instalar programas “Search inside yourself”, na prática, programas de mindfulness para desenvolver o auto-controlo e a serenidade. É um antídoto frente ao stress do trabalho e da vida em geral.
Está demonstrado por vária literatura científica que o andar a pé facilita o encontro com a meditação plena. Caminhar é, com frequência, ocasião para pensarmos noutra coisa.
O que se pretende com o walking mindfulness, como explica Laurence Bibas, autora do Manuel de mindfulness, [cap.1] é a

“tomada plena de consciência de cada gesto da marcha: concentrarmo-nos no movimento dos pés, das pernas, na nossa respiração, encontrarmos o nosso centro de gravidade; começamos por apontar o olhar, por exemplo, para a biqueira dos sapatos, depois levantamo-nos para ver seja uma pedra ou uma fonte ou para sentir melhor a brisa fresca e ouvir os sons da natureza”.

Explica ainda Laurence Bibas:

“Ficam assim automaticamente afastadas as divagações mentais, as preocupações que vêm de trás ou as ansiedades sobre o futuro, vem sim, como efeito, a desejada sensação de tranquilidade, o retorno a nós mesmos, à nossa simplicidade, com um sorriso, sem inquietações”.

Em suma, com a caminhada mindfulness, mudar o equilíbrio para melhor o encontrar. O stress supera-se meditando e a caminhada ajuda.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”40px”][/vc_column][/vc_row]

E se a reunião de trabalho for levada para uma caminhada?

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”50px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]walking meeting[mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#C6D147″ background_color=””]W[/mkdf_dropcaps]alking meeting”, a ideia vem da América: em vez da reunião tradicional com duas ou três pessoas sentadas em volta de uma mesa com um café e um copo de água, explorar os benefícios de acrescentar ao ambiente da sessão de trabalho um pouco de diversidade, neste caso, uma caminhada. Debater o que há para tratar enquanto se vai andando a pé, beneficiando tanto quanto possível do ar livre. É uma prática que tende a suscitar ideias mais criativas e a instalar melhor ambiente para a conversa. A Harvard Business Review apresenta mesmo um conjunto de “dicas” para melhor produtividade numa “walking meeting”.
Uma equipa de investigadores em Ciências de Saúde Pública, na University of Miami Miller School of Medicine, conduziu um estudo focado precisamente nos benefícios da deslocação das reuniões de trabalho dos gabinetes para uma caminhada.

O estudo teve como base para análise a prática de 17 “white collar”. Esses 17 executivos com agenda recheada de reuniões foram analisados ao longo de três semanas. Foram intencionalmente escolhidos grupos com um dirigente e a sua pequena equipa. Na primeira semana de observação, todos mantiveram a rotina, não houve saída para reunião em caminhada. Na segunda e na terceira semana foi introduzida a experiência de reuniões semanais em meia hora a andar a pé.

Enorme maioria (88%) reconheceu que a experiência deu bons resultados. “Uma grande vantagem do “walking meeting” é – explica um dos responsáveis pelo estudo – não ser preciso introduzir uma pausa no trabalho para ir fazer exercício; todos sabemos que o exercício físico é indispensável e uma atividade de moderada intensidade por 30 minutos em cada semana é o mínimo; mas também há benefícios psicológicos, com mais satisfação no desempenho, e para a organização que pode conseguir mais produtividade com essa maior satisfação dos seus membros ou colaboradores”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_empty_space height=”20px”][vc_column_text css=”.vc_custom_1471195067707{margin-right: 0px !important;padding-top: 20px !important;padding-right: 8px !important;padding-bottom: 20px !important;padding-left: 12px !important;background-color: #b4be30 !important;}”]

[mkdf_custom_font content_custom_font=”COMO ORGANIZAR ‘WALKING MEETINGS’ PRODUTIVOS” custom_font_tag=”p” font_family=”Lusitana” font_size=”22″ line_height=”25″ font_style=”normal” text_align=”left” font_weight=”600″ color=”#ffffff” text_decoration=”none” letter_spacing=””]

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– dá mais incentivo ao passeio a pé.

 

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– se um “walking meeting” tem no final uma bebida com 400 calorias fica estragada a boa repercussão sobre a saúde.

 

[mkdf_icon icon_pack=”font_awesome” fa_icon=”fa-arrow-circle-right” size=”mkdf-icon-small” custom_size=”” type=”normal” border_radius=”” shape_size=”” icon_color=”#646464″ border_color=”” border_width=”” background_color=”” hover_icon_color=”” hover_border_color=”” hover_background_color=”” margin=”” icon_animation=”” icon_animation_delay=”” link=”” anchor_icon=”” target=”_self”]  Reunir em pequenos grupos

– os “walking meetings” têm eficácia ideal quando envolvem apenas duas ou três pessoas.

 

[mkdf_icon icon_pack=”font_awesome” fa_icon=”fa-arrow-circle-right” size=”mkdf-icon-small” custom_size=”” type=”normal” border_radius=”” shape_size=”” icon_color=”#646464″ border_color=”” border_width=”” background_color=”” hover_icon_color=”” hover_border_color=”” hover_background_color=”” margin=”” icon_animation=”” icon_animation_delay=”” link=”” anchor_icon=”” target=”_self”]  Não surpreender colegas ou clientes com a iniciativa de “walking meetings”

– há que os prevenir para que se preparem e usem roupa e calçado confortáveis.

 

[mkdf_icon icon_pack=”font_awesome” fa_icon=”fa-arrow-circle-right” size=”mkdf-icon-small” custom_size=”” type=”normal” border_radius=”” shape_size=”” icon_color=”#646464″ border_color=”” border_width=”” background_color=”” hover_icon_color=”” hover_border_color=”” hover_background_color=”” margin=”” icon_animation=”” icon_animation_delay=”” link=”” anchor_icon=”” target=”_self”]  Divirtam-se

– tirem partido do ar puro; os estudos conhecidos mostram que quem pratica “walking meetings” tem mais satisfação no trabalho.

Fonte:  “How to Do Walking Meetings Right,” por  Russell Clayton e outros, na Harvard Business Review

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]A investigadora Hannah King, da Faculdade de Medicina da Universidade Miller em Miami, recomenda que cada participante leve para a caminhada de trabalho uma garrafa de água e sapatos confortáveis, para além de, se for o caso, óculos de sol. Acrescenta que se o tempo estiver adverso, a caminhada pode ser num espaço coberto, desde que amplo. Uma nota mais: depois da meia hora de reunião de trabalho a andar a pé, os participantes podem sentar-se à mesa para em cinco minutos assentarem o que discutiram; mas, na experiência com as 17 pessoas envolvidas no estudo, houve várias que não precisaram desse encontro final à mesa porque durante a caminhada usaram um tablet ou o gravador de voz do smartphone para anotar o necessário.[/vc_column_text][vc_column_text]Há empresas e outras instituições dos EUA, como a Oracle e a Kaiser Permanente, que já cultivam regularmente a prática de “walking meeting”. É um modo de contrariar os efeitos negativos de práticas sedentárias, conjugando o exercício físico, através da caminhada, com o trabalho.
O desafio está lançado.

 

 

Fonte: Preventing Chronic Disease, publicação de U.S. Centers for Disease Control and Prevention [ver aqui][/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]