Benefícios da caminhada: mais ânimo e menos stress

[vc_row css=”.vc_custom_1470846632702{margin-right: 20px !important;}”][vc_column][vc_empty_space][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#92bde0″ background_color=””]V[/mkdf_dropcaps] ários estudos científicos têm estabelecido uma relação favorável entre o ar livre, a caminhada e o bem-estar mental e físico. Esse nexo é reforçado por um estudo em larga escala liderado por investigadores da Universidade do Michigan, nos EUA, e de três academias britânicas (De Montfort University, James Hutton Institute, e Edge Hill University).

É frequente ouvirmos pessoas a dizerem que se sentem mais bem estar depois de uma caminhada ao ar livre mas faltava-nos um estudo amplo que demonstrasse essa relação”,

explica Sara L. Warber, chefe da equipa de investigação no Institute for Healthcare Policy and Innovation e professora de Medicina Familiar na Universidade do Michigan.

cc-barbara-eckstein_-arb8A base de análise para este estudo foram 1991 pessoas participantes no Walking for Health, programa britânico que promove cerca de três mil caminhadas de grupo em cada semana, envolvendo mais de 70 mil pessoas, e também pessoas que não cultivam o hábito de andar a pé. O teste comparou as pessoas que costumam caminhar com idêntico número de não caminhantes habituais. A observação incidiu, designadamente sobre quadros específicos de cada pessoa: stresse, depressão, circunstâncias afetivas ou emocionais positivas e negativas, para além do estado da relação social.

QUAIS FORAM OS RESULTADOS?

Ficou constatado que quem fez pelo menos uma caminhada por semana revelou menos stress e reações emocionais mais positivas do que as que as que não se mexeram.

As caminhadas curtas mas frequentes mostram-se mais eficazes na redução do stress e da depressão do que as longas mas esporádicas. O estudo aponta para o melhor efeito em bem-estar com três caminhadas curtas por semana.
Foi especialmente notado o efeito positivo das caminhadas regulares ao ar livre por parte de pessoas que tiveram um abalo depressivo recente, seja preocupações com doença, separação matrimonial ou perda de pessoa estimada.

A investigadora Sara L. Warber reforça que

a caminhada é algo de acessível a praticamente todos, não envolve gasto de dinheiro, e integrada em grupo e na natureza pode tornar-se poderoso redutor de tensões, contribuindo diariamente para emoções positivas e bem-estar físico e mental sem recurso a vias farmacológicas”.

 

Ficam encorajadas as caminhadas em grupo.

 

FONTE:

Marselle M, Irvine K, Warber Sara. Examining Group Walks in Nature and Multiple Aspects of Well-Being: A Large-Scale Study. Publicado em Ecopsychology.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]

Como evitar os riscos para a saúde por passar oito horas sentado

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”50px”][rev_slider alias=”sittingkillingyou”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”20px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#DF4D4B” background_color=””]E[/mkdf_dropcaps]m 1994, o epidemiologista Jerry Brown tinha definido a atividade física como “a melhor compra que é possível fazer-se” para melhorar a Saúde Pública. Em cada ano olímpico a prestigiada revista médica The Lancet publica em edição especial uma série de artigos sobre os benefícios da prática de exercício físico para combater os grandes males que atacam a saúde mundial. Em 2012, as conclusões de vários estudos apontavam para 3 a 5 milhões de mortes em cada ano que poderiam ter sido evitadas se houvesse prática de exercício físico.
Agora, em 2016, a principal conclusão de quatro estudos recém-publicados é a de que está a haver muito pouca melhoria. O progresso é mínimo. Pelo menos um quarto de toda a população adulta no mundo não faz os mínimos de exercício físico e, ainda pior face ao futuro, mais de metade dos jovens não pratica o mínimo recomendado pela OMS de 150 minutos semanais de atividade física.

Há já muito tempo que médicos e outros especialistas em corpo humano de todo o planeta estão na posse de informação inquestionável sobre esse tratamento preventivo que salva a vida de milhões de pessoas, evita boa parte das doenças cardiovasculares, a diabetes, o cancro da mama e do cólon, para além de ampliar o tempo de vida com qualidade de qualquer pessoa. Para além de ser um remédio com fiabilidade testada, é gratuito e está ao alcance de praticamente todas as pessoas: fazer exercício físico. Nomeadamente o mais fácil de todos, caminhar. Há demasiada gente que continua a não cultivar esse prazer tão benéfico para a saúde que é andar a pé.

Um dos estudos revelados neste 2016 pela The Lancet mostra que passar oito horas de cada dia sentado numa sala de trabalho ou num sofá frente a um ecrã, não é irremediavelmente um hábito perigoso para a saúde.

Há um modo simples, lógico e eficaz de corrigir o que a priori é uma conduta nada saudável. Não é necessário converter-se em esforçada ou esforçado runner e também não precisa de se entregar ao esforço num ginásio. Basta uma caminhada ou uma pedalada diária. Os investigadores no estudo liderado por Ulf Ekelund, da Universidade de Cambridge e da Escola Norueguesa de Ciências do Desporto, quiseram encontrar respostas para uma questão essencial:

quanto tempo de caminhada para compensar oito horas numa cadeira ou num sofá? As conclusões deste estudo apontam para metas mais largas que os mínimos recomendados pela OMS: em vez dos 20 e poucos minutos por dia, uma hora em cada dia. Uma hora de exercício diário compensa os efeitos nocivos de oito horas de paragem numa cadeira ou sofá.

A nossa mensagem é positiva: é possível reduzir e até eliminar os riscos para a saúde associados a estilos de vida sedentários desde que sejamos suficientemente ativos, incluindo sem ter de praticar desporto ou ir ao ginásio, basta caminhar ou pedalar durante uma hora por dia”,

destaca Ulf Ekelund a partir dos dados do estudo que liderou e que analisou os hábitos e o estado de saúde de um milhão de pessoas na Europa, nos Estados Unidos e na Austrália.

É reconhecido que vários países estão a dar prioridade à promoção do exercício físico básico. Jim Sallis, da Universidade da Califórnia em San Diego reforça que a caminhada, a pedalada ou qualquer outra forma de exercício físico “não só combate o risco de doença cardiovascular, diabetes e cancro como contribui para evitar centenas de milhar de casos de demência em cada ano”. Apesar disso, lamenta Sallis, “a pandemia global de inatividade física mantem-se e a resposta global continua a ser demasiado lenta”.

Os estudos agora divulgados pela The Lancet apelam para maior envolvimento e ação por parte de quem conduz as políticas de saúde. Entre as práticas positivas já em curso é referido o que está a acontecer em Curitiba (Brasil), Bogotá (Colômbia) e Cambridge (Reino Unido) onde foi decidido ampliar a distância entre paragens de autocarros para assim conseguir que as pessoas sejam encaminhadas para contrariar o sedentarismo e andar um pouco mais.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”50px”][/vc_column][/vc_row]

Como a caminhada carrega a bateria do smartphone

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”50px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#C5DCED” background_color=””]E[/mkdf_dropcaps]stá numa caminhada por uma mata ou em qualquer outro percurso sem tomadas de energia elétrica e a bateria do smartphone está a ficar fraca. Vai em breve deixar de correr o risco de ficar pendurado. A fonte de energia necessária ficará resolvida com os nossos passos e um minúsculo captador de energia na sola dos sapatos. É uma aplicação da conversão de energia mecânica em energia elétrica.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_video link=”https://youtu.be/RRgmFo7bZJ4″][vc_empty_space][vc_column_text]De facto, poderemos em breve caminhar com calçado gerador de energia, um sistema capaz de gerar 10W por sapato, portanto várias vezes mais do que o requerido para recarregar a bateria do smartphone. É uma inovadora tecnologia de captura e armazenamento de energia que reduz a nossa dependência de baterias.
Este avanço acaba de ser anunciado pela Universidade de Wisconsin-Madison. O professor de Energia Mecânica Tom Krupenkin e o investigador J. Ashley Taylor revelam já ter conseguido que a recarga de dispositivos móveis também possa ser móvel, utilizando para isso a energia que geramos ao caminhar e um dispositivo rudimentar de captação de energia instalado na sola de qualquer par de sapatos.

Gerar um total de 20W numa caminhada é uma fartura, tendo em conta as necessidades de alimentação elétrica da maioria dos dispositivos móveis modernos”, comenta Tom Kuperkin.

Para além desta investigação desenvolvida no âmbito da Universidade de Wisconsin-Madison, estão a avançar. É o caso de um grupo de jovens empreendedores, formados designadamente em áreas da engenharia eletrónica e mecânica, que constituíram a empresa “SolePower” onde está a ser desenvolvido o modelo “Ensoles”, basicamente um pequeno dispositivo que capta a energia produzida ao caminhar e que a conduz e armazena numa pequena bateria colocada sobre os sapatos. Nas contas da “Ensoles”, uma hora de caminhada, o que corresponde a cerca de 6750 passos, gera a energia necessária para alimentar 30 minutos de conversa num iPhone 6.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_video link=”https://youtu.be/nlLcqYMzExE” align=”center”][vc_empty_space height=”20px”][/vc_column][/vc_row]

Walk with a Doc + ACSM. A parceria americana que responde ao apelo do Surgeon General

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”50px”][vc_video link=”https://youtu.be/z9LJYmc2EAY”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#AFDFE3″ background_color=””]O[/mkdf_dropcaps] American College of Sports Medicine (ACSM) e o programa de ação Walk with a Doc acordaram uma parceria para promoção do andar a pé para melhor saúde.

ACSM é uma organização dos EUA, líder na promoção dos benefícios do exercício físico. Envolve mais de 50 mil profissionais, médicos, fisiologistas do exercício, investigadores, professores e profissionais do exercício que se dedicam à integração dos avanços científicos na investigação sobre o exercício físico para a prática diária na qualidade de vida.
Walk with a Doc é uma associação criada também nos EUA para incentivar a prática de saudável atividade física por pessoas de todas as idades, com a ambição de reverter as consequências nefastas do sedentarismo. A associação foi criada pelo médico cardiologista David Sabgir, que começou por liderar caminhadas que juntavam médicos com os seus pacientes e cidadãos em geral.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_video link=”https://youtu.be/dRK6Mw6eGvw” align=”center”][vc_column_text]

A rede global de televisão CNN elegeu o médico David Sabgir, por esta iniciativa, um dos “CNN Heroes”

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_column_text]A caminhava tornou-se uma oportunidade para conversar com especialistas sobre boas práticas de saúde ou como lidar com problemas.

A iniciativa de David Sabgir disparou e envolve hoje milhares de médicos e centenas de comunidades que caminham regularmente com os médicos e outros especialistas.

A parceria agora estabelecida entre a ACSM e a Walk with a Doc é também uma resposta ao apelo do Surgeon General dos EUA para promoção de ação que ponha as pessoas e as comunidades a fazerem caminhadas como prática frequente.

 

A CONSULTAR TAMBÉM:

A proposta Walk with a Doc de 100 motivos para andar a pé [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Walking mindfulness: Benefícios da caminhada para o equilíbrio

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”25px”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Desligar o piloto automático da nossa vida ou, por outras palavras, focalizar a nossa atenção no nosso presente, naquilo que estamos a fazer, afastando os pensamentos e preocupações automáticas que nos fazem viver em afã. É o mindfulness e em português traduz-se por meditação plena.

 

É um instrumento de educação da atenção: educar a nossa mente a viver com foco pleno no momento que está a ser vivido. É uma prática que se tornou aclamada para reduzir o stress, o risco de doenças, para estancar a ansiedade e para melhorar o bem-estar. Cultivada vai para 3 mil anos, era desdenhada fora do perímetro das almas zen mas que, neste século XXI, conquistou a comunidade científica. Inventada por monges budistas, laicizada e desenvolvida pela ciência ocidental, a “meditação plena” desencadeou uma onde de adesões com as suas virtudes para o bem-estar, portanto para a saúde.
Walking mindfulness é um modo de, através da caminhada, melhorar a experiência de meditação plena – portanto, de libertação de preocupações.

“A experiência de caminhar torna-se o nosso foco. Temos a meditação facilitada pelo caminhar.”

No ano 2000 foram publicados apenas quatro estudos científicos sobre mindfulness. Depois, a literatura científica cresceu exponencialmente. Em 2015, o número de publicações passou para mais de 500. Por exemplo, o estudo publicado no Journal of Consulting and Clinical Psychology concluiu que um programa mindfulness reduziu em 43% as recaídas em pessoas que sofrem de depressão.
A generalidade dos estudos, por exemplo os liderados por David Creswell, psicólogo diretor do Health and Human Laboratory, na Carnegie University de Pittsburgh, demonstram que o mindfulness tem muito mais do que um efeito placebo. É por isso que as grandes empresas dos EUA mais iluminadas para a qualidade da produtividade dos seus colaboradores, como a Google, estão a instalar programas “Search inside yourself”, na prática, programas de mindfulness para desenvolver o auto-controlo e a serenidade. É um antídoto frente ao stress do trabalho e da vida em geral.
Está demonstrado por vária literatura científica que o andar a pé facilita o encontro com a meditação plena. Caminhar é, com frequência, ocasião para pensarmos noutra coisa.
O que se pretende com o walking mindfulness, como explica Laurence Bibas, autora do Manuel de mindfulness, [cap.1] é a

“tomada plena de consciência de cada gesto da marcha: concentrarmo-nos no movimento dos pés, das pernas, na nossa respiração, encontrarmos o nosso centro de gravidade; começamos por apontar o olhar, por exemplo, para a biqueira dos sapatos, depois levantamo-nos para ver seja uma pedra ou uma fonte ou para sentir melhor a brisa fresca e ouvir os sons da natureza”.

Explica ainda Laurence Bibas:

“Ficam assim automaticamente afastadas as divagações mentais, as preocupações que vêm de trás ou as ansiedades sobre o futuro, vem sim, como efeito, a desejada sensação de tranquilidade, o retorno a nós mesmos, à nossa simplicidade, com um sorriso, sem inquietações”.

Em suma, com a caminhada mindfulness, mudar o equilíbrio para melhor o encontrar. O stress supera-se meditando e a caminhada ajuda.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”40px”][/vc_column][/vc_row]

A caminhada e o ciclo de oxigenação do sangue

[vc_row css=”.vc_custom_1470846632702{margin-right: 20px !important;}”][vc_column][vc_empty_space][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#92bde0″ background_color=””]É[/mkdf_dropcaps] sabido que andar é a mais simples e completa das atividades físicas que temos ao nosso dispor. Também sabemos que o exercício físico alarga a vida, diminui o risco de doenças e ajuda a controlar os níveis de colesterol e a hipertensão.

Mas há mais vantagens, muitas mais. O cirurgião vascular Norberto Galindo Planas, chefe de serviços de angiografia no Hospital San Rafael, em Barcelona, acrescenta outros benefícios:

A caminhada ativa as bombas musculares que são as barrigas das nossas pernas, a quem até poderíamos chamar de corações periféricos, e faz com que as plantas dos pés atuem como esponjas vasculares que atiram o sangue venoso para o coração e do coração ao pulmão, favorecendo assim o ciclo que leva esse sangue a regressar à perna na forma de sangue arterial”.

É assim que fica favorecido o ciclo arteriovenoso, com, como explica este cirurgião vascular, “melhor oxigenação de todos os tecidos”. Acrescenta:

“O andar evita que o intercâmbio vascular seja deficiente e contribui para afastar a ameaça de varizes, não apenas um problema estético mas, sobretudo, um risco real de trombose, flebite ou até embolia pulmonar”.

Em suma: andar ajuda-nos a tomarmos consciência do nosso corpo, de cada um dos nossos músculos e da nossa respiração. Portanto, a podermos viver mais intensamente com menos stress.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]

“Estilos de vida fisicamente ativos” e “redução do sedentarismo” é prioridade da Direção-Geral de Saúde

[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”50px”][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1469916875674{padding-left: 90px !important;}”][vc_column width=”1/3″ css=”.vc_custom_1471798122570{padding-right: 60px !important;}”][mkdf_section_title title=”sobre”][vc_empty_space height=”22px”][mkdf_custom_font font_family=”Khula” font_size=”30″ font_style=”normal” font_weight=”500″ text_transform=”None” text_align=”right” content_custom_font=”Pedro Teixeira” color=”#df4d4b”][vc_empty_space height=”20px”][vc_single_image image=”3031″ alignment=”right” style=”vc_box_circle_2″][vc_empty_space height=”20px”][mkdf_custom_font font_family=”Ek Mukta” font_size=”18″ font_style=”normal” font_weight=”200″ text_transform=”None” text_align=”right” content_custom_font=”Doutorado pela Universidade do Arizona (EUA), sendo professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana, dedica-se especialmente aos domínios das Ciências Médicas e Ciências da Saúde. Tem publicados 129 artigos em revistas especializadas, é autor de dois livros e de 13 capítulos de livros. Coordena, desde 2007, o programa RITUAIS de vida saudável.”][/vc_column][vc_column width=”2/3″ css=”.vc_custom_1471798194080{border-left-width: 1px !important;border-left-color: #757575 !important;border-left-style: dotted !important;border-radius: 1px !important;}”][vc_empty_space][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#DF4D4B” background_color=””]P[/mkdf_dropcaps]edro Teixeira, professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa é o primeiro Diretor para o recém criado Programa Nacional Promoção da Atividade Física, no âmbito da Direção Geral de Saúde.
No despacho de criação desta Direção e de nomeação de Pedro Melo Teixeira, é definido que lhe cabe “promover a adoção generalizada pela população portuguesa de estilos de vida fisicamente ativos e pouco sedentários, de acordo com as recomendações para a idade, e de forma compatível com a saúde, a vitalidade, a fruição e o bem-estar”, bem como “promover e dinamizar o estudo e a monitorização da atividade física e dos comportamentos sedentários em Portugal, dos seus determinantes, e do seu impacto na saúde e bem-estar, em todo o ciclo da vida”.
Entre as missões atribuídas à nova Direção está a de incentivar o conhecimento por parte da população das recomendações e benefícios da atividade física, das oportunidades para vida mais ativa e menos sedentária.
Está também definido à nova equipa o encargo de “promover a formação e a capacitação de médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, professores e outros profissionais para promoverem a mudança comportamental, o aconselhamento e a referenciação de utentes no âmbito da atividade física”.

Em artigo publicado no jornal Público (21-8-2016) Pedro Teixeira afirma que

Atualmente, a Atividade física não é uma mera questão de estilo de vida, é uma verdadeira prioridade de saúde pública”.

Também considera que

A integração do Fisiologista do exercício no sistema de saúde é uma evolução incontornável das equipas de cuidados de saúde primários (por exemplo em programas de prevenção da diabetes nas USF) aos serviços hospitalares como os de cardiologia ou pediatria”.

Antes, em 30 de maio, na sessão de anúncio da nomeação como Diretor do Programa Nacional de Promoção da Atividade Física, foi defendida “a agregação de todas as oportunidades para promover comportamentos fisicamente ativos e reduzir os níveis de sedentarismo”.  Ficou definida a intenção de desenvolver ao máximo o trabalho intersetorial, envolvendo, naturalmente, áreas como a Saúde, Educação, a Segurança Social e outros. Foi referida concretamente a ação conjunta com entidades como o Instituto Português do Desporto e da Juventude, a Direção Geral do Ensino Superior, também diversos parceiros como sindicatos, empresas e autarquias. É dada ênfase especial aos profissionais de saúde considerados como “elos essenciais” para o desenvolvimento do Programa Nacional de Promoção da Atividade Física.
Foi anunciada a intenção de apoiar a investigação para desenho das intervenções no âmbito do novo programa e para a sua monitorização.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

“A Pie” para ganhar a rua em Madrid

[vc_row css=”.vc_custom_1471128348224{margin-right: 30px !important;}”][vc_column][vc_empty_space height=”40px”][vc_video link=”https://vimeo.com/84088939″ align=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#FF7D62″ background_color=””]”U[/mkdf_dropcaps]m ginásio que é um espaço aberto todas as 24 horas do dia durante os 365 dias do ano, com quilómetros e quilómetros de instalações e apto para todas as idades”, é assim que a madrilena Asociacion de Viandantes A Pie  lançou o movimento Activa Madrid para promover a mobilidade pedonal, ou seja, a deslocação a pé, na capital espanhola.
A Pie foi criada há já 21 anos, em 1995, com o objetivo de introduzir o peão na agenda social e política de Madrid, isto é, com o propósito de mobilizar as organizações da sociedade e os partidos políticos para que nas suas propostas tenham em conta o cidadão que anda a pé. Um contributo da A Pie é a elaboração de um guia para pensar as ruas do ponto de vista do peão.
O manifesto  fundador da A Pie reivindica

a liberdade essencial de andar a pé e de elegermos o rumo dos nossos passos”.

E lembra que

o peão não é ruidoso nem insolente, não ameaça nem atropela, não bloqueia esquinas, não polui, a sua energia é sempre renovável”.

A Pie reclama espaços públicos para a calma, onde seja possível caminhar com tranquilidade.
Os dirigentes da A Pie lastimam “modestos êxitos” até agora rumo a esse objetivo na sua cidade de Madrid. Mas persistem com o lema “a cidade está a teus pés”.[/vc_column_text][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row]

A experiência de andar para Santiago, o mais mítico dos caminhos

[vc_row][vc_column][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row css=”.vc_custom_1469916875674{padding-left: 90px !important;}”][vc_column width=”1/3″ css=”.vc_custom_1471883481096{padding-right: 20px !important;}”][mkdf_section_title title=”resumo”][vc_empty_space height=”22px”][vc_column_text css=”.vc_custom_1471883666524{padding-top: 35px !important;padding-right: 30px !important;padding-bottom: 35px !important;padding-left: 30px !important;background-color: #e5eff7 !important;}”]

Em conversa com o JZ, André Couto conta-nos “a estimulante experiência” de cada incursão nos caminhos de Santiago. E traz-nos recomendações para a preparação de uma caminhada.

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”2/3″ css=”.vc_custom_1471835142730{border-left-width: 1px !important;border-left-color: #757575 !important;border-left-style: dotted !important;border-radius: 1px !important;}”][vc_empty_space height=”42px”][vc_column_text][mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#CE7B4F” background_color=””]A[/mkdf_dropcaps]ndré Couto já se fez ao Caminho de Santiago por umas dez vezes. Sente-se muito bem quando o faz: “Saímos da rotina, ao fim de uns dias limpamos a maior parte dos problemas e das ideias que estamos a remoer e que podem atormentar o dia a dia”.
A caminhada até Santiago, a rota de peregrinação mais célebre da Europa, é uma tradição que vem de há 11 séculos. Seja por vontade religiosa, por misticismo, ou pelo gosto de uma grande experiência de caminhada na natureza. Há quem escolha fazer o caminho a cavalo ou em bicicleta, mas a maioria prefere a caminhada.
Há dois períodos no ano mais propícios para a jornada: ou entre a segunda metade de abril e o início de junho, ou entre setembro e o início de novembro, ou seja, evitando os extremos do inverno e do verão.
Segundo a lenda, basta seguir o traçado das estrelas para chegar ao destino, em Santiago de Compostela. Mas a sinalização com as tradicionais setas e conchas (vieiras) amarelas é excelente em todos os vários caminhos. Não faltam albergues e pelo caminho o costume é de grande afabilidade e generosidade.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”25px”][vc_column_text css=”.vc_custom_1471663512170{padding-top: 10px !important;padding-right: 10px !important;padding-bottom: 10px !important;padding-left: 15px !important;background-color: #2b2b2b !important;}”]

[mkdf_icon icon_pack=”font_awesome” fa_icon=”fa-volume-up” size=”mkdf-icon-small” custom_size=”” type=”circle” border_radius=”” shape_size=”” icon_color=”#646464″ border_color=”” border_width=”” background_color=”ffd93e” hover_icon_color=”ffffff” hover_border_color=”” hover_background_color=”” margin=”” icon_animation=”” icon_animation_delay=”” link=”” anchor_icon=”” target=”_self”]   AUDIO: Entrevista JZ


André Couto sobre o caminho de Santiago. [/vc_column_text][vc_column_text]

[/vc_column_text][vc_empty_space height=”25px”][vc_column_text]Em conversa com o JZ, André Couto conta-nos “a estimulante experiência” de cada incursão nos caminhos de Santiago. E traz-nos recomendações para a preparação de uma caminhada. São importantes as botas confortáveis, a mochila com peso que não exceda 10% do peso do caminheiro. O bastão, cajado ou bordão é outro dos preciosos acessórios. A chamada “credencial do peregrino”, documento de identificação do caminheiro também é um muito útil livre trânsito.
A concha de vieira, símbolo do Caminho de Santiago, é uma metáfora: os sulcos radiantes na concha, que se juntam num só ponto, representam as várias rotas usadas pelos peregrinos, que acabam por chegar todos ao mesmo destino — o sepulcro de Santiago em Compostela.[/vc_column_text][vc_empty_space][vc_column_text]

OS CAMINHOS DE SANTIAGO

 

santiagoO CAMINHO PORTUGUÊS tem várias alternativas.

Se partir de Lisboa, tem cerca de 600 quilómetros, passa no trilho principal por Alhandra, Azambuja, Santarém, Golegã, Tomar, Alvaiázere, Rabaçal, Coimbra, Mealhada, Águeda, Albergaria-a-Velha, Oliveira de Azeméis, Grijó, Porto, Vairão, Rates, Barcelos, Ponte de Lima, Rubiães, Valença, Tui, Redondela, Pontevedra, Caldas de Reis, Padrón e Santiago de Compostela.
Há uma opção pela costa, no troço a partir do Porto: Póvoa de Varzim (São Pedro de Rates), Esposende, Viana do Castelo, Caminha, La Guardia, Baiona, Vigo, Redondela e percyeso comum ao Caminho Português.
Também há troços a sul do Tejo. Há quem escolha começar no Promontório de Sagres, seguindo em direção a Santiago do Cacém, Grândola, Alcácer do Sal e, depois, Lisboa.
A norte também há alternativa do requalificado Caminho Interior, de Viseu a Santiago de Compostela, por Castro Daire, Lamego, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Chaves, O Cerbreiro, Sarria e Palas de Rei.

 

O CAMINHO PRIMITIVO vai de Oviedo a Santiago de Compostela, 321km em 13 etapas.
O CAMINHO SANABRÉS vai de Granja de Moreruela a Santiago de Compostela, 368km em 13 etapas.
O CAMINHO FRANCÊS vai de Saint Jean de Pied de Port a Santiago de Compostela, 940km em 37 etapas.
E ainda a VIA DE LA PLATA, de Sevilha a Santiago de Compostela, 705km em 26 etapas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Uma caminhada diária para preservar a memória

[vc_row css=”.vc_custom_1470846632702{margin-right: 20px !important;}”][vc_column][vc_empty_space][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_column_text]

[mkdf_dropcaps type=”normal” color=”#77cccc” background_color=””]É[/mkdf_dropcaps] um estudo da Universidade de Melbourne, na Austrália. A equipa da neurologista Cassandra Szoeke, diretora do Women’s Healthy Ageing Project estudou comportamentos de 367 mulheres ao longo de duas décadas. Concluiu que, chegadas a idades na ordem dos 60/70 anos, as que sempre desenvolveram a prática de uma caminhada diária estão menos expostas ao risco de perda de memória.
A pesquisa foi iniciada em 1992, incidindo sobre mulheres que tinham então idade entre os 45 e os 55 anos.
Cassandra Szoeka explica que o estudo revela, de modo linear, a importância da frequência na prática de exercício:

[mkdf_custom_font content_custom_font=”quem só se mexe uma vez por semana tem memória menos boa do que quem se movimenta diariamente.” custom_font_tag=”p” font_family=”helvetica” font_size=”23″ line_height=”25″ font_style=”normal” text_align=”left” font_weight=”” color=”” text_decoration=”none” letter_spacing=””]

A investigadora acrescenta que o estudo favorece a ideia de a prática diária de exercício ter sobre a cognição um efeito positivo relevante superior ao que produz sobre o peso e o colesterol. Adverte, no entanto: “Para um envelhecimento com qualidade é preciso começar cedo a mexer-se, não pode ser despertar aos 70 para a atividade física”.
Estudos anteriores já tinham demonstrado que a prática regular de exercício atenua a progressão do declínio cognitivo.[/vc_column_text][vc_empty_space height=”20px”][vc_column_text]Os participantes foram distribuídos por um de quatro grupos fixos, e submetidos a diferentes regimes de exercício:

O primeiro grupo seguiu a prescrição do Diabetes Prevention Program (DPP) que prevê a perda de sete por cento do peso corporal em seis meses. Esta prescrição assenta na prática semanal de 12 quilómetros de caminhada em passo rápido e um regime alimentar de dieta com baixas calorias.

O segundo grupo praticou o mesmo regime de caminhada mas sem a dieta.

O terceiro grupo também não seguiu a dieta mas fez a caminhada rápida em maior distância, 18,5 quilómetros por semana.

O quarto grupo seguiu a prescrição aplicada ao terceiro, mas com os 18,5 quilómetros por semana percorridos em jogging vigoroso em vez da caminhada rápida.

[mkdf_custom_font content_custom_font=”Ficou apurado que o primeiro grupo (12 quilómetros de caminhada rápida e dieta baixa em calorias) conseguiu o melhor progresso, com melhoria de 9% nos níveis de glicose, enquanto o grupo do jogging vigoroso apenas beneficiou 2%.” custom_font_tag=”p” font_family=”helvetica” font_size=”20″ line_height=”24″ font_style=”normal” text_align=”left” font_weight=”300″ color=”” text_decoration=”none” letter_spacing=””]

O líder da equipa de investigadores, William Kraus, explica que o exercício de intensidade moderada queima gordura nos músculos, aliviando assim a captação de glicose pelos músculos, o que é relevante por os músculos serem o principal armazenador de glicose após cada refeição.[/vc_column_text][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_empty_space height=”40px”][vc_column_text]

Fonte para esta notícia:

artigo publicado no Diabetologia em 15 de julho de 2016[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][/vc_column][/vc_row]